Neste preciso momento o Pai Natal está de férias. Podemo-lo encontrar na sua terrinha do Alentejo, deitado numa espreguiçadeira com uma cerveja ao seu lado, diante de uma convidativa piscina.
Não há nada melhor do que apanhar um solzinho, a ouvir uma musiquinha de rádio que não azucrine muito a cabeça, com o portátil ao lado aberto na sua OME PAGE.
O Pai Natal confia nos OMES. Sabe quem eles são. Sabe que eles são respeitadores. Sabe-os amigos entre si e amigos dos outros. Conhece-lhes as manias a cada um; e, é caso para dizê-lo – gosta deles.
Ser OME, defende o Pai Natal, é respeitar. É respeitar as mulheres, é respeitar os homens, é respeitar as crianças, é respeitar a terceira idade. É respeitar o mundo tal como é. É respeitar os portugueses, os espanhóis, os pseudo-bloquistas árabes. É respeitar os que se dizem maus, é respeitar os que se dizem bons; é respeitar os que respeitam e desrespeitar os que desrespeitam.
Ser OME é respeitarmo-nos enquanto o que somos. Não é ser rude. Não é dizer palavrões e estar constantemente no gozo para com o mundo. Ser OME é gostar do mundo em que vivemos, ser-lhe amigo, e desfrutar dele.
É rir, é rir com moderação, é ajudar. Ser OME é gostar, para quem gosta. Quem gosta de futebol, que o veja; de comer tremoços? Amendoins? Beber cerveja da garrafa?
Não há regras para ser um OME. Ser um OME é viver pelas nossas próprias regras, sem que elas, no entanto, interfiram ou magoem outras pessoas.
Dois, três ou quatro indivíduos num carro em nenhures, a falar sobre tudo e mais alguma coisa, amigos e companheiros, são OMES. São este blog, são estes textos. Não são machistas. Não são machões. Não tratam mal ninguém, nem fazem mal a uma mosca.
Simplesmente estão no seu carro a falar. E isto é o que este blog é. Se o leitor estivesse dentro de um carro com os seus amigos, de que é que falava? Com que temas brincava? Que palavrões se encaixavam nos sítios certos? Como era a pessoa tal que vimos na rua?
O que faz, neste dia de Janeiro, o Pai Natal?
Não há nada melhor do que apanhar um solzinho, a ouvir uma musiquinha de rádio que não azucrine muito a cabeça, com o portátil ao lado aberto na sua OME PAGE.
O Pai Natal confia nos OMES. Sabe quem eles são. Sabe que eles são respeitadores. Sabe-os amigos entre si e amigos dos outros. Conhece-lhes as manias a cada um; e, é caso para dizê-lo – gosta deles.
Ser OME, defende o Pai Natal, é respeitar. É respeitar as mulheres, é respeitar os homens, é respeitar as crianças, é respeitar a terceira idade. É respeitar o mundo tal como é. É respeitar os portugueses, os espanhóis, os pseudo-bloquistas árabes. É respeitar os que se dizem maus, é respeitar os que se dizem bons; é respeitar os que respeitam e desrespeitar os que desrespeitam.
Ser OME é respeitarmo-nos enquanto o que somos. Não é ser rude. Não é dizer palavrões e estar constantemente no gozo para com o mundo. Ser OME é gostar do mundo em que vivemos, ser-lhe amigo, e desfrutar dele.
É rir, é rir com moderação, é ajudar. Ser OME é gostar, para quem gosta. Quem gosta de futebol, que o veja; de comer tremoços? Amendoins? Beber cerveja da garrafa?
Não há regras para ser um OME. Ser um OME é viver pelas nossas próprias regras, sem que elas, no entanto, interfiram ou magoem outras pessoas.
Dois, três ou quatro indivíduos num carro em nenhures, a falar sobre tudo e mais alguma coisa, amigos e companheiros, são OMES. São este blog, são estes textos. Não são machistas. Não são machões. Não tratam mal ninguém, nem fazem mal a uma mosca.
Simplesmente estão no seu carro a falar. E isto é o que este blog é. Se o leitor estivesse dentro de um carro com os seus amigos, de que é que falava? Com que temas brincava? Que palavrões se encaixavam nos sítios certos? Como era a pessoa tal que vimos na rua?
O que faz, neste dia de Janeiro, o Pai Natal?

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